quarta-feira, 1 de julho de 2015

Nasa prevê descoberta de vida alienígena até 2025

Cientista-chefe da agência espacial americana diz que haverá registros de seres de outros planetas na próxima década.


Cientistas acreditam que luas de Júpiter e de Saturno podem ter ambientes propícios para a formação de vida; ilustração mostra quatro maiores luas de Júpiter (Foto: Nasa/Divulgação)


Existe vida fora da Terra? Aparentemente sim, e poderíamos descobrir sua existência na próxima década. Segundo a cientista-chefe da Nasa, Ellen Stofan, teremos registros de alienígenas que vivem em outros planetas até 2025.Stofan acredita que serão encontrados sinais de vida fora da Terra em até 10 anos, e provas definitivas disso em até 20 anos. "Nós sabemos onde procurar. Então sabemos como procurar", disse, em um debate transmitido na Nasa TV sobre a possibilidade de encontrar outros "mundos habitáveis"."Na maiorida dos casos, nós temos a tecnologia e estamos no processo de implementá-la. Então acreditamos que estamos definitivamente no caminho certo para isso."O que e onde?As primeiras descobertas de vida fora da Terra provavelmente estão mais perto do que imaginamos, mas não serão homenzinhos verdes em naves espaciais e, sim, alguma espécie de plâncton ou de alga.Existe muita água no Sistema Solar. É quase certo que existam oceanos de água salgada sob as conchas geladas das luas de Júpiter, Europa e Ganymede, assim como na lua de Saturno, Enceladus.A água é mantida líquida pela gravidade intensa dos planetas gigantes onde as luas orbitam, que os deforma e contribui para o aquecimento de seus núcleos.Acredita-se que Enceladus tenha atividade vulcânica nas profundezas de seu oceano, o que manteria a água aquecida a uma temperatura de 93º.Acredita-se que todas as três luas têm mais água em seus oceanos do que todos os oceanos da Terra juntos. Ainda não é possível saber se há vida lá, mas são ótimos lugares para começar a procurar.E também há Marte, é claro. É quase certo que o planeta vermelho teve oceanos algum dia, e há evidências fotográficas sugerindo que ainda existe muita água escondida sob a superfície. Às vezes ela borbulha e forma rios temporários.O rover Curiosity da Nasa – veículo destinado a explorar a superfície de Marte – recentemente descobriu "moléculas orgânicas que contêm carbono". Isso significaria "blocos de vida em construção". É deles que nós somos feitos.No entanto, água e moléculas não significam vida.
Foto divulgada pela NASA em 23 de junho mostra autorretrato do robô Curiosity em Marte (Foto: AP Photo/NASA, JPL-Caltech, MSSS, File)
Missões a Marte pretendem explorar melhor a superfície do planeta em busca da resposta sobre a possibilidade de vida no planeta; foto divulgada pela NASA em 23 de junho mostra autorretrato do robô Curiosity em Marte (Foto: AP Photo/NASA, JPL-Caltech, MSSS, File)
Confiança na descoberta

O próximo rover que será lançado com direção à Marte em 2020 irá buscar sinais de que pode ter existido vida no planeta.
A Nasa também tem como objetivo enviar astronautas para Marte em 2030, um passo que cientistas como Ellen Stofan acreditam que será "chave" para procurar sinais de vida, porque mesmo com câmeras ultratecnológicas, encontrar fósseis usando o veículo é muito difícil – às vezes é preciso procurar embaixo da pedra, não nela em si.
"Sou uma geóloga. Eu saio a campo e abro rochas para procurar por fósseis", disse Stofan no painel.
"Isso é difícil de encontrar. Então eu acredito fortemente que será necessário, em algum momento, colocar humanos na superfície de Marte – geólogos, astrobiólogos, químicos – para buscar provas da existência de vida que eles possam trazer de volta para a Terra para cientistas analisarem."
A Nasa também está planejando uma missão para a Europa, uma das luas de Júpiter, que deverá ser lançada em 2022.
O principal objetivo dessas missões,que custarão cerca de US$ 2,1 bilhões (R$ 6,4 bilhões), é estudar se a lua congelada tem potencial habitável e, ao fazer isso, procurar também sinais de vida nas nuvens de vapor de água que aparentemente irrompem do polo sul da Europa.
E a vida em torno de outras estrelas? O telescópio espacial James Webb, que será lançado em 2018 e custará US$ 8,8 bilhões (R$ 26,8 bilhões), é tão poderoso que pode analisar gases na atmosfera de planetas em volta de outras estrelas, buscando sinais de vida.
Missões a Marte pretendem explorar melhor a superfície do planeta em busca de resposta sobre a possibilidade de vida no planeta

''A natureza é sábia e justa. O vento sacode as árvores, move os galhos, para que todas as folhas tenham o seu momento de ver o sol.''


''A natureza é sábia e justa. O vento sacode as árvores, move os galhos, para que todas as folhas tenham o seu momento de ver o sol.''



segunda-feira, 29 de junho de 2015

Seres humanos não diferenciavam a cor azul até pouco tempo atrás!

Seres humanos não diferenciavam a cor azul até pouco tempo atrás

No começo deste ano, a sensação entre as pessoas foi a discussão do vestido. Seria ele preto e azul ou branco e dourado? Mas vamos esquecer ele agora, já dei a resposta sobre o fenômeno do vestido e agora quero falar especificamente sobre a cor a azul.
Alguns pesquisadores começaram a seguir determinadas pistas que levavam a crer que o ser humano até pouco tempo atrás não reconhecia a cor azul. Pelo menos nos textos de civilizações antigas como hindu, chinesa ou os grega não havia citação e nem palavra para designar o azul.
A primeira pista surgiu no século XIX, quando o estudioso William Gladstone observou que Homero, autor da grande epopeia “Odisseia”, descrevia o mar como cor de “vinho escuro”, ou outros nomes e tons diferentes, mas nunca falava-se em azul.
Depois disso, vários pesquisadores foram atrás de textos para observar que realmente aqueles povos antigos não tinham uma palavra para o azul. Mas será que eles não enxergavam este tom? Qual era a cor do céu para eles?
Muitas respostas surgiram com esta dúvida sobre a nomeação da cor. Segundo estes primeiros pesquisadores, estes povos não usariam a denominação para cor azul porque eles não faziam nada que tivesse esta cor. Além dela estar presente no tom de coloração do céu, nada do que eles usavam era azul.
Isto é tão certo que a única civilização que tinha um nome para a cor azul eram a egípcia. Eles foram os primeiros a conseguir pigmentar tecidos utilizando colorantes azuis e por isso precisavam nomear aquela cor.
Mas até agora falamos muito sobre como as palavras surgem e não muito de Biologia. Porém, isto tem tudo a ver. Seguindo estes passos, os pesquisadores criaram a seguinte questão para o problema: se não temos um nome para uma coisa, nosso cérebro não consegue reconhecê-la?
Então os cientistas decidiram testar esta hipótese. Para isso, fizeram um experimento com pessoas da tribo Himba, um povo que habita o país da Namíbia, na África, e não tem nenhuma palavra para descrever o azul, mas mais de 11 para falar dos tons de verde.
O teste foi feito da seguinte maneira: as pessoas eram colocadas na frente de monitores com vários quadrados coloridos em verde e apenas um azul. Os pesquisadores perguntavam para a pessoa da tribo se ela conseguia diferenciar o quadrado que tinha cor diferente.
Os entrevistados não conseguiam dar a resposta de jeito nenhum, mostrando que sem a palavra para a cor, ela passa despercebida no meio de outras já conhecidas. Para testar se realmente existe esta diferença, os pesquisadores fizeram um teste parecido, mas agora com europeus, e queriam ver a capacidade deles em discernir entre os vários tons de verde.
Eles usaram a imagem abaixo e perguntaram para os participantes qual era o quadrado de tom diferente. Você saberia responder?
Enquanto os europeus não conseguiam diferenciar os tons de verde na imagem, as pessoas da tribo da Namíbia acertaram em todas as vezes. Na sequência, você pode ver a imagem com a resposta da pergunta acima.
Para deixar as coisas mais interessantes, em 2007, cientistas do MIT observaram que falantes de russo, que não têm uma palavra específica para azul, mas sim palavras para cada tom da cor, conseguiam discriminar muito melhor que os falantes em inglês as diferenças entre azuis mais claros e escuros.
Os estudos não querem dizer que antes não se enxergava a cor azul. O que estas pesquisas mostraram é que os nossos antepassados enxergavam as mesmas coisas que a gente, porém, a percepção era diferente. Ver e perceber, portanto, são coisas complementares e nosso cérebro só é capaz de perceber se houver uma base, neste caso a linguagem, para informar concretamente a qualidade das coisas.
Fonte: Science Alert

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Você vai pensar 2 vezes antes de usar buchas vegetais para tomar banho ao saber destas informações

Usar buchas vegetais pode ser perigoso, segundo um estudo publicado no Journal of Clinical Microbiology.
A esponja pode conter uma bactéria que ataca diretamente nosso mecanismo de defesa.
Provavelmente você já usou uma bucha vegetal, também conhecida como esponja natural. Elas são derivadas de uma espécie de ‘trepadeira’, da família das cucurbitáceas, do gênero Luffa. Nativa de regiões neotropicais, elas podem atingir até 1,2 metros de altura, assemelhando-se a pepinos, esteticamente.
As buchas vegetais que vêm a partir dessas espécies, são facilmente encontradas em lojas de produtos naturais, ou até mesmo em alguns supermercados. Porém, o que poucas pessoas sabem, é que elas podem ser o lar perfeito de uma bactéria chamada Pseudomonas aeruginosa, uma das grandes responsáveis pelas infecções hospitalares. Sua utilização, pode acabar transmitindo-a para o corpo.

A bactéria se prolifera facilmente nas buchas vegetais, pois a umidade presente no banheiro e a pouca circulação de ar entre o emaranhado de fibras compõem um ambiente ideal para seu cultivo.
Quando ainda se usou pouco a bucha, ela é um pouco dura. Isso porque as fibras ainda estão com todas as suas propriedades bioquímicas, afastando as bactérias. Portanto, neste período, não existe um grande risco de contaminação. O problema é que as pessoas preferem prolongar o uso da bucha, até o momento que ela fica mais macia e flexível. Nesta fase, as bactérias se proliferam e são facilmente transmitidas para nossa pele, podendo causar uma infecção estafilocócica.

Esta bactéria é uma das causadores de infecções nas unhas.

Nosso corpo possui um mecanismo de defesa eficiente contra bactérias, porém, basta uma pequena ferida ou cutícula retirada da unha, para que bactéria complete a invasão. Por isso, é recomendado que, caso você ainda queira utilizar a bucha vegetal, deixe ela secar completamente no intervalo entre os banhos, lavando-a com sabão e expondo-a ao Sol. Mergulhar a bucha em uma solução de 5% de água sanitária também é recomendado.
Também é preciso criar um ambiente de ventilação, para dificultar a proliferação das bactérias. Por isso, as janelas do banheiro devem permanecer abertas. Colocar a bucha no micro-ondas, ocasionalmente, também pode ajudar combater as bactérias.
Atente-se aos sinais que revelam que as bactérias tomaram conta da esponja. Caso a bucha mude de cor, exale um odor ruim ou fique gelatinosa, é hora de descartá-la imediatamente, pois há uma cultura de bactérias esperando para destruir seu sistema imunológico.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

A água que ninguém vê

A água cobre 70% da superfície da Terra. Apesar da abundância, ela está cada vez mais rara e cara. estima-se que 1 bilhão de pessoas não tenham acesso a uma fonte limpa para beber. De acordo com cálculos da ONU, esse número deve dobrar nos próximos quinze anos. os especialistas chamam a situação de crise da água. De todas as crises, é a mais dramática e universal que a humanidade pode enfrentar. Não é possível solucionar o problema das torneiras secas com incentivos fiscais ou manobras cambiais, como se faz numa crise econômica. Tampouco existe produto alternativo que substitua a água, como ocorre com o petróleo. esse líquido incolor, inodoro e insosso é essencial para a sobrevivência humana e, ao contrário do vinho, se torna mais precioso quanto menos cor, cheiro e sabor tiver. 
Fonte: Revista Veja Edição Especial Sustentabilidade – Dezembro 2010

Os 10 principais animais ameaçados de extinção

01 – Tigre

Novos levantamentos indicam que existem menos de 3,2 mil tigres na natureza. Hoje, só restam apenas 7% do habitat natural destes animais. O extermínio dos tigres também está ligado à falta de informação. Em muitas partes da Ásia, os tigres são caçados porque partes do seu corpo são consideradas medicinais.


02 – Urso polar

O urso polar se tornou o principal símbolo dos animais que perdem seu habitat natural devido ao aquecimento global. A elevação da temperatura no Ártico é uma das principais ameaças aos ursos, assim como os petroleiros e os derramamentos de óleo na região.

03 – Morsa

Os mais novos animais a entrarem para a lista dos ameaçados, as morsas também são diretamente afetadas pelo aquecimento global. Em setembro, 200 morsas foram encontradas mortas nas praias do Alasca. Com o derretimento das geleiras, os animais estão ficando sem comida.

04 – Pinguim de Magalhães

O aquecimento das correntes marítimas tem forçado os pinguins a nadarem cada vez mais longe para achar comida. Não à toa, eles têm aparecido nas praias brasileiras, muitas vezes magros demais ou muito doentes. Das 17 espécies de pinguins, 12 estão ameaçadas pelo aquecimento global.

05 – Tartaruga-gigante

Também conhecida tartaruga-de-couro, são um dos maiores répteis do planeta e chegam a pesar 700 quilos. Estimativas mostram que há apenas 2,3 mil fêmeas no Oceano Pacífico, seu habitat natural. O aumento das temperaturas, a pesca e a poluição têm ameaçado sua procriação.

06 – Atum-azul

Um dos ingredientes principais do sushi de boa qualidade, o atum encontrado nos oceanos Atlântico e Mediterrâneo está sendo extinto por causa da pesca predatória. Uma proibição temporária da pesca desta espécie de atum ajudaria suas populações a voltar a um equilíbrio. Segundo o WWF, as pessoas em geral podem ajudar a protegê-los diminuindo seu consumo.

07 – Gorila das montanhas

Famosos depois do filme “Nas montanhas dos gorilas”, estrelado por Sigourney Weaver, os gorilas podem deixar de existir na próxima década. Existem apenas 720 animais vivendo nas florestas da África, e outros 200 no Parque Nacional de Virunga, a maior área de preservação desta espécie. Em muitas partes da África, os gorilas são caçados porque partes do seu corpo são consideradas medicinais.

08 – Borboleta monarca

As temperaturas extremas são a principal ameaça destas borboletas, que todo ano cruzam os Estados Unidos em busca do calor mexicano. Elas vivem em florestas de pinheiros, área cada vez mais ameaçada pelo aquecimento global e urbanização crescente.

09 – Rinoceronte de Java

Existem apenas 60 destes rinocerontes em seus habitat natural. Como seu chifre é usado na medicina tradicional asiática, os rinocerontes são caçados de forma predatória. A expansão das plantações também tem acabado com as florestas que abrigam a espécie. O Vietnã, país que era um grande habitat dos rinocerontes, abriga apenas 12 animais no momento.

10 – Panda

restam apenas 1,6 mil pandas na natureza, de acordo com o WWF. Eles vivem nas florestas da China, que estão cada vez mais ameaçadas pelo crescimento das cidades chinesas. Existe mais de 20 áreas de proteção ambiental no país para proteger estes animais. Metade dos pandas vive hoje em áreas protegidas ou em zoológicos.

Fonte: Biólogo Marinho, Marcelo Szpilman – Instituto Aqualung

Píton morre após devorar porco-espinho gigante; fotos

Uma píton, de 3,9m de comprimento, morreu após ter engolido um porco-espinho gigante, de quase 14 kg, na Reserva Lake Eland Game, em Oribi, na África do Sul. A serpente morreu, no último sábado, apenas três dias depois de engolir a presa e não conseguir digeri-la. Ela já havia assustado visitantes da região depois de ser vista na beira de uma estrada, onde estava com corpo inchado. As informações são do jornal Daily Mail.
Jennifer Fuller, gerente geral da reserva, explicou: “Vários espinhos estavam alojados no trato intestinal da cobra, que havia caído de uma rocha. Não sabemos ao certo se ela morreu antes da queda ou depois, quando os espinhos furaram seu intestino”.

Foto: Reprodução / Facebook / Lake Eland Game Reserve


Foto: Reprodução / Facebook / Lake Eland Game Reserve

Imagens da serpente na beira da estrada foram divulgadas do Facebook. Ela foi flagrada por um ciclista, chamado Jean-Claude Chanu, de 40 anos, que se impressionou com o tamanho do réptil.

A serpente havia acabado de comer um outro animal selvagem
A serpente havia acabado de comer um outro animal selvagem Foto: Facebook / Lake Eland Game Reserve / Reprodução

O ciclista contou que quando chegou à trilha havia sido avisado por outros dois homens que uma cobra estava no caminho. Mesmo assim, ele resolveu tomar a estrada para ver o animal de perto.
“Foi uma visão incrível”, contou ele, que fotografou a píton de perto. “Ver uma cobra desse tamanho de perto foi surreal. Nunca vi nada assim”, afirmou.


Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/animais/piton-morre-apos-devorar-porco-espinho-gigante-fotos-16540492.html#ixzz3e7Swp0vj

Morador de São Sebastião (SP) encontra pinguim na praia

Um morador de São Sebastião encontrou um pinguim nessa quarta-feira (24) em uma praia de São Sebastião, litoral norte de São Paulo. Alberto Ribeiro Badolato registrou o momento em que encontrou o animal debilitado na Praia de São Francisco. Além desse pinguim, outros dois foram encontrados em praias da cidade nessa quarta.
O morador disse que encontrou o pinguim aparentemente fraco, cansado e tremendo de frio na beira da praia e, por isso, colocou uma toalha no animal. A Polícia Ambiental foi acionada e encaminhou o pinguim para o Instituto Argonauta, que fica em Ubatuba.
O instituto está cuidando de 47 pinguins que apareceram recentemente nas praias do litoral norte. Segundo o Instituto Argonauta, é comum o aparecimento de pinguins na região durante o inverno. Neste ano, porém, eles estão chegando ao litoral um pouco antes do período previsto e em maior quantidade.
Fonte: G1